Atualmente, a procura por técnicas estéticas e principalmente pelo clareamento dental é cada vez mais comum no dia a dia do consultório. Para realização de tal procedimento é necessária uma avaliação de um cirurgião- dentista para indicar a técnica ideal de acordo com cada caso, sendo possível realizar o clareamento de 3 maneiras diferentes: uma técnica autoaplicável, onde o paciente é orientado a utilizar moldeiras com um gel clareador em casa; uma técnica assistida em consultório, onde todo o procedimento é realizado em consultório pelo cirurgião- dentista; e uma terceira técnica onde mesclamos as duas possibilidades anteriores.
O método assistido em consultório é muito procurado devido a rapidez de resultados, sendo que muitos pacientes perguntam sobre a possibilidade de realizar um clareamento a laser.
Quando surgiu a técnica de clareamento dental em consultório, foi preconizada a associação de fontes auxiliares de energia (luz halógena, arco de plasma,LED, LED + laser, laser) com o objetivo de “acelerar” o clareamento. É importante destacarmos que o produto do clareamento pode ser acelerado pelo uso da luz, mas não é ativado por esta. O gel clareador não precisa ser “ativado” pois ele atua nas estruturas mineralizadas dentais clareando-as independente da presença de luz.
Com o desenvolvimento de novos materiais e novas técnicas, podemos observar que o clareamento assistido, com o uso de luz ou sem, apresenta resultados muito semelhantes, o que não justifica o investimento nesta aparelhagem e nem o seu uso.
É importante salientarmos também que algumas fontes de luz podem provocar o aumento da temperatura da estrutura dental, que pode trazer comprometimentos futuros como injúrias à polpa (tecido que apresenta a inervação do dente), ou mascarar possíveis danos, já que algumas fontes de luz podem ter efeito anódino (tirar a dor) e antiinflamatório, mascarando possíveis sensibilidades causadas pelo produto clareador, que seriam importantes para podermos avaliar possíveis danos.
Podemos afirmar que uso da luz possui mais um efeito de marketing do que um resultado realmente efetivo.
Converse com o seu dentista sobre o assunto e selecione a melhor técnica para você.
Dra Juliana Rueda Pinto
Clínica Geral e Odontologia Estética
CRO - XXXXX
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Implantes Zigomáticos
Hoje em dia, a utilização de enxertos pode ser evitada na grande maioria dos casos de perda severa de osso no maxilar superior , através da utilização de implantes zigomáticos. Esses implantes, mais longos do que implantes dentais comuns, são fixados no osso zigomático (osso que forma a maçã do rosto). O osso zigomático é um osso de boa qualidade com volume suficiente para a colocação de implantes e suportar a carga mastigatória quando esses implantes estão conectados a uma prótese fixa.
A técnica foi desenvolvida nos últimos 15 anos. Nos anos 90, o Professor P.I. Branemark (Suécia) começou a utilizar o osso zigomático como ponto de ancoragem para implantes. A idéia do professor Branemark revolucionou o tratamento convencional do maxilar superior atrófico. Os resultados forma tão positivos que após 10 anos de pesquisa os primeiros implantes zigomáticos foram comercialiados e a técnica começou a ser divulgada.
A cirurgia se realiza geralmente sob anestesia geral em ambiente hospitalar.
Diferente de quando se utilizam enxertos de osso, quando se realizam implantes zigomaticos, normalmente os dentes fixos podem ser colocados na mesma semana da cirurgia, evitando assim uma espera que pode chegar a 1 ano em casos tratados com enxertos de osso e implantes regulares.
Daniel Simon
Cirurgião Dentista
CRO-XXXXX
A técnica foi desenvolvida nos últimos 15 anos. Nos anos 90, o Professor P.I. Branemark (Suécia) começou a utilizar o osso zigomático como ponto de ancoragem para implantes. A idéia do professor Branemark revolucionou o tratamento convencional do maxilar superior atrófico. Os resultados forma tão positivos que após 10 anos de pesquisa os primeiros implantes zigomáticos foram comercialiados e a técnica começou a ser divulgada.
A cirurgia se realiza geralmente sob anestesia geral em ambiente hospitalar.
Diferente de quando se utilizam enxertos de osso, quando se realizam implantes zigomaticos, normalmente os dentes fixos podem ser colocados na mesma semana da cirurgia, evitando assim uma espera que pode chegar a 1 ano em casos tratados com enxertos de osso e implantes regulares.
Daniel Simon
Cirurgião Dentista
CRO-XXXXX
Implantes dentais em pacientes com perda severa de osso
Hoje em dia, muitos pacientes são rejeitados para tratamentos reabilitadores com implantes dentais em maxilar superior devido a falta de tecido ósseo suficiente. Essa é uma condição que afeta principalmente pacientes que utilizam protese total superior (dentadura) por muitos anos ou pacientes que apresentem doença periodontal (problema gengival) avançada. O tratamento normalmente oferecido a esses pacientes passa pela utilização de enxertos ósseos autógenos (osso do próprio paciente) utilizando-se osso da mandibula, quadril, tibia e crânio. No entanto esses procedimentos normalmente apresentam grande imprevisibilidade nos resultados além de um tempo de tratamento bastante extenso.
Daniel Simon
Cirurgião Dentista
CRO-XXXXX
Cirurgião Dentista
CRO-XXXXX
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